É tipo mãe que faz
É o maior elogio brasileiro que se pode dar a uma comida: dizer que tem gosto de comida feita por mãe, cheia de carinho e tempero certo, sem economizar no capricho.
Ser um bom garfo
É comer com gosto e em boa quantidade, apreciar a comida sem frescura nenhuma, elogio de quem sabe valorizar um prato bem feito.
Ir petiscar
É sair pra comer pequenas porções variadas numa tasca, provando um pouco de tudo em vez de pedir um prato só, tradição social portuguesa por excelência.
Ter mais olhos que barriga
É pegar mais comida do que se consegue comer, deixar-se levar pela vontade visual sem considerar a real capacidade do estômago.
Comer feito um leão
É comer com muita fome e vontade, devorar o prato inteiro sem economizar apetite.
Comer com os olhos
É admirar algo com desejo intenso antes mesmo de tocar, seja comida, uma pessoa atraente ou um objeto cobiçado.
Ir na padoca comer pão de queijo
É o ritual mineiro do fim de tarde: passar na padaria pra comer pão de queijo quentinho, direto do forno, antes de voltar pra casa.
Ir à poncha
Na Madeira, a poncha é a bebida tradicional feita com aguardente de cana, mel e sumo de limão, batida à mão com um instrumento próprio. "Ir à poncha" é programa social sagrado entre madeirenses.
Tomar tereré
É a versão gelada do chimarrão, bebida com erva-mate e água fria bem típica de Mato Grosso do Sul, tomada em roda nas tardes quentes da fronteira com o Paraguai.
Fechar a porta com o pé
Piada clássica sobre a hospitalidade mineira: dizem que em Minas ninguém sai de casa sem comer, e o anfitrião fecha até a porta com o pé de tão ocupado a servir mais comida.