Amazonas é a floresta em pessoa, rio que parece mar de tão largo e Manaus no meio do verde, cidade que teve seu tempo de ouro e guarda teatro de ópera pra provar. Calor abafado, açaí de verdade (nada de doce gelado) e um jeito ribeirinho de viver com o rio.

Ser manauara

É como se chamam os nascidos em Manaus, capital que floresceu no meio da floresta com o ciclo da borracha e guarda até hoje o Teatro Amazonas como símbolo desse tempo de riqueza súbita.

"Sou manauara com muito orgulho, nasci à beira do Rio Negro."

Ser um boto

Na lenda amazônica, o boto-cor-de-rosa vira homem bonito e sedutor nas festas à beira-rio pra encantar moças e desaparecer antes do amanhecer. Hoje "ser um boto" descreve qualquer conquistador charmoso demais pra ser confiável.

"Cuidado com ele, dizem que é um boto, some depois da festa."

Morar no ramal

Na Amazônia, ramal é a estrada de terra batida que sai da rodovia principal e leva às comunidades mais isoladas dentro da floresta, muitas vezes intransitável na cheia dos rios.

"Ele mora lá no ramal, só dá pra chegar de moto na seca."

Bah, égua

Combinação amazônica de espanto que junta a força de "égua" com o "bah" que também aparece solto por lá, reforçando ainda mais a surpresa ou o desabafo.

"Bah, égua, que calor incrível hoje."

Arigó

No Amazonas, arigó é o forasteiro, quem chegou de fora e ainda não conhece os costumes locais. Não é xingamento pesado, mas identifica quem "não é da terra".

"Ainda sou meio arigó aqui, não conheço todos os cantos."

Vozes do povo

A teoria é ótima... mas o que a gente, os Magikitos, realmente curte é ouvir a galera de Amazonas no seu flow natural. Se você sabe alguma expressão típica daí, grave no Estúdio usando ela num exemplo de verdade. A gente soma às vozes da sua zona!

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