Manaus é teatro de ópera no meio da floresta, provando que já teve seu tempo de ouro com a borracha, e um manauara que convive com calor de quarenta graus como se fosse o normal do mundo. Açaí de verdade, sem açúcar nenhum.

Ser manauara

É como se chamam os nascidos em Manaus, capital que floresceu no meio da floresta com o ciclo da borracha e guarda até hoje o Teatro Amazonas como símbolo desse tempo de riqueza súbita.

"Sou manauara com muito orgulho, nasci à beira do Rio Negro."

Bah, égua

Combinação amazônica de espanto que junta a força de "égua" com o "bah" que também aparece solto por lá, reforçando ainda mais a surpresa ou o desabafo.

"Bah, égua, que calor incrível hoje."

Arigó

No Amazonas, arigó é o forasteiro, quem chegou de fora e ainda não conhece os costumes locais. Não é xingamento pesado, mas identifica quem "não é da terra".

"Ainda sou meio arigó aqui, não conheço todos os cantos."

Rebojo

Termo amazônico pra correnteza forte e traiçoeira dos rios, o redemoinho que puxa pra baixo. Por extensão, vira metáfora pra qualquer situação que puxa alguém pra confusão sem escapatória fácil.

"Cuidado com esse rebojo ali, a correnteza é forte."

Vozes do povo

A teoria é ótima... mas o que a gente, os Magikitos, realmente curte é ouvir a galera de Manaus no seu flow natural. Se você sabe alguma expressão típica daí, grave no Estúdio usando ela num exemplo de verdade. A gente soma às vozes da sua zona!

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